Hoje pela tarde tirei um momento para refletir sobre os últimos acontecimentos na minha vida. Durante esse momento de retrospectiva, tive a oportunidade de encontrar uma revista publicada no 1° semestre de 2006. Confesso que fiquei impressionado com a proximidade das notícias publicadas nesta edição com fatos atuais. Com exceção da sessão de esportes, todas as outras traziam temas recorrentes, a diferença era a proporção.
Em 2006, os escândalos políticos ficaram por conta da vergonhosa cena do então diretor dos correios, Maurício Marinho, recebendo propina com o dinheiro sujo do governo. Veja, apesar da decorrência deste e de outros fatos lamentáveis envolvendo parlamentares e pessoas ligadas ao poder público, as ocorrências envolvendo estas pessoas parecem infindáveis; parando pra analisar, o escândalo do mensalão foi apenas a ponta do “iceberg” e o estopim de uma crise moral na política brasileira, nada muito diferente do que vemos hoje com a falta de credibilidade do Senado Nacional.
Afastando um pouco da questão política, as catástrofes naturais e epidemias, são outros que nunca saem da moda. Todo ano é a mesma coisa: quando não é seca é cheia; quando não é sol é chuva; quando não é terremoto é Tsunami. A mesma coisa serve para doenças da moda: é mal da vaca louca, febre aftosa, gripe aviária, gripe suína...
Sinceramente, estou começando a achar que esta primeira década do século XXI vai ser marcada, claro, por avanços tecnológicos, acordos globais e a ascensão da economia chinesa, mas também pela rotatividade dos acontecimentos mundiais. Ora, o que eu estou vivenciando, guardada as devidas proporções, está parecendo o que ocorre com as novelas brasileiras. Há uns 3 anos não vejo novela das 20h, e também nem preciso: elas se tornaram tão repetitivas, que eu conheci todos os personagens e soube de todos os finais de novela apenas assistindo comerciais. É o que acontece! Vou esperar pro ano que vem a nova doença da moda, talvez uma gripe anfíbia, que vai ser transmitida pelos sapos.
Ah...amigos, francamente! Nós como construidores da história temos que mudar essa panorâmica nos próximos anos, pelo amor de Deus, quero passar uma velhice cheia de novidades e prazeres diversos: um típico velho sacana do século XXI

gostei muito desse...faz sentido o fato de que so mudam as proporçoes dos acontecimentos.
ResponderExcluir"Há uns 3 anos não vejo novela das 20h, e também nem preciso: elas se tornaram tão repetitivas, que eu conheci todos os personagens e soube de todos os finais de novela apenas assistindo comerciais." concordo plenamente! huehe
parabens pelo blog! Larissa